quinta-feira, 31 de maio de 2012

Ponto Cruz para os apaixonados!!!

Que tal bordar um quadrinho bem lindo pro seu namorado/marido/noivo/companheiro???
Seguem os gráficos, um mais lindo que o outro...











Para ampliar, basta clicar na foto e salvar.
Retirado da internet. Caso você possua os direitos autorais, me avise que eu retiro.

Chaveiros de Tecido

Mais lindos chaveiros saindo do forno....
Ideal pra dar de lembrança ou brindes.
Cores diversas.

Sugestão para as mãezinhas: pode ser dado como um mimo para outras mães no aniversário do seu filho (a).Elas vão amar!!!


segunda-feira, 28 de maio de 2012

Mais flores para chocolates/trufas!!!

Deixe a decoração de sua festa mais linda, com essas flores feitas de cetim.
Ideal para chocolates tipo trufas.


sábado, 26 de maio de 2012

Que tal bolsas charmosas para passear por ai?

Quem disse que para ser chique tem que andar toda no couro?
A tendência dos poás chegou na NaneFlor Artesanatos!!!
Confira as charmosíssimas bolsas que escolhemos pra você desfilar super na moda!











segunda-feira, 21 de maio de 2012

Gráfico Ponto Cruz

Gente, conforme prometido lá no Facebook, estou colocando os gráficos em ponto cruz. Acho que essa foi a primeira técnica de artesanato que eu aprendi. Devia ter uns 8 ou 9 anos...
Então vou começar pelos temas de bebês, que são muito fofos!
Continuem curtindo, que eu mando mais... hehehe








Para ampliar, basta clicar na foto.
Obs: os gráficos acima foram retirados da internet. 
Caso algum possua direitos autorais, avise-me que eu retiro.


terça-feira, 15 de maio de 2012

Para a minha mãe

Feito especialmente para ela!!! Plaquinha para enfeitar o ateliê dela.

Nane fazendo arte...

Faz um tempinho que eu tive vontade de dar uma mudada nesse espelho. Ele já estava feio e eu queria aproveitá-lo para meu ateliê.
Então, comecei pintando de branco, só que não deu uma boa cobertura. Passei tinta vermelha e ficou lindo! Aproveitei o tecido da cadeira que eu já tinha feito uma capa, e cortei as flores, colando depois com cola quente. E ficou assim:
Espero que tenham gostado!

Beijos!

Geane Benevides (Nane)

quinta-feira, 3 de maio de 2012

A história do patchwork

Eu, particularmente, amo essa técnica. Ainda estou aprendendo, mas segue abaixo a história do patchwork no mundo.

O patchwork é uma das formas mais antigas de trabalhos manuais e engloba uma porção de técnicas diferentes. Em tradução literal do inglês, o termo quer dizer “trabalho com retalhos”, já que se consiste de uma união de tecidos de formatos variados, que juntos compõem um novo significado.
Essa combinação de cores e formas tem, em linhas gerais, três camadas: o tampo, que é a costura dos retalhos propriamente dita, o enchimento, que dá volume á criação (como, por exemplo, o estofo de uma almofada), e o forro, o tecido que dará o acabamento. Aliado aopatchwork está o quilt, um pesponto que dá um efeito de relevo à disposição dos retalhos. Ele pode ser feito tanto à mão quanto na máquina de costura, e faz toda a diferença no resultado final. O quilt está para o patchwork como o arroz está para o feijão.
Mais que bonitas, as peças de patchwork são representativas: elas partem de sobras que, nas mãos de uma pessoa menos talentosas, seriam facilmente desperdiçadas. Com esses pedaços de tecido, dá pra se criar quase tudo – colchas, edredons, almofadas, cortinas, mantas de sofá, roupas, painéis, bolsas, bonequinhas, protetores de berço e centenas de etcéteras.
A ideia de aproveitar sobras de tecido para criar uma peça inteiramente nova existe desde os primórdios da civilização. Os primeiros registros depatchwork datam de 3.400 a.C. Os faraós do Egito antigo trajavam retalhos sob as armaduras. Os europeus da Idade Média dormiam sob colchas depatchwork, e levaram a técnica para a América após o descobrimento do novo continente.
Antes da Revolução Sexual, quando as mulheres ainda eram vistas como propriedades de seus maridos e eram impedidas de fazer algo além de ir à igreja, o patchwork funcionava como um passatempo manual e como uma forma concreta de expressão. O que lhes era negado no convívio em sociedade, elas expressavam naquilo que criavam.
De fato, durante a Guerra da Independência dos Estados Unidos, o patchwork foi aproveitado em colchas com símbolos patrióticos. Também continuou em vigor muito após a invenção da máquina da costura, que, ao contrário de extingui-lo, complementou-o. O processo de produção foi agilizado e popularizado com o surgimento das primeiras revistas de passo a passo, que ainda hoje abarrotam as bancas.
O Brasil demorou para entrar na onda dopatchwork. Durante o período colonial, os retalhos eram associados aos trapos com que se vestiam os escravos, e somente com a imigração exacerbada dos europeus no início do século 20, o patchwork passou a ser visto com maior respeito. Custaram, mas perceberam que era possível criar peças lindíssimas com sobras de tecido.
Não à toa, uma das personagens mais famosas da literatura brasileira é uma criação de patchwork! Refiro-me, é claro, à boneca de pano Emília, a mais célebre cria de Monteiro Lobato para o Sítio do Picapau Amarelo. Emília foi feita dos retalhos de uma saia velha da tia Nastácia, é recheada de macela e tem olhos de botão – características que a adaptação da personagem para outras mídias, como os seriados de TV, procuraram manter.
patchwork sofreu uma leve baixa quando as mulheres começaram a trabalhar fora de casa – por volta das Guerras Mundiais, quando elas passaram a ser requisitadas pelas fábricas de armamentos enquanto os seus maridos estavam em combate. A libertação feminina se acentuou nos anos 60, mas opatchwork voltou à tona já na década seguinte, quando o movimento hippie chamou novamente atenção para o artesanal.
Ainda hoje, o patchwork permite uma infinidade de criações diferentes e inovadoras, conforme a criatividade do artesão. Constitui ainda um mercado de alcance imensurável, já que, assim como produtores interessados em confeccioná-lo, há uma parcela considerável do público muito inclinada a consumi-lo. Só nos Estados Unidos, o comércio de produtos depatchwork movimenta cerca de 2 bilhões de dólares ao ano.
No Brasil, os cifrões não atingem as mesmas proporções, mas o patchwork também tem o seu espaço cativo na engrenagem o da nossa economia. Opatchwork corresponde, por exemplo, a uma parte expressiva do banco de produtos do Airu, o que confirma a sua demanda por uma parcela antenadíssima do público. Hoje em dia, até capas e bolsinhas para laptop são feitas com retalhos. É um charme, e o encontro perfeito do velho e do novo!"